Exames de Paternidade

Os Exames de paternidade são muito populares no Brasil, e estima-se que 1 a cada 30 bebês que nascem no Brasil são submetidos ao teste, que desde sua criação no final dos anos 80, já passou por algumas modificações, e hoje sua eficácia é de 99.99%

Os exames de paternidade se popularizaram no Brasil por volta de 1990, e veio para conseguir colocar fim as dúvidas que antes nunca seriam resolvidas de outro modo.

Somente no Estado de São Paulo, que é um dos estados que tem uma maior demanda por exames de paternidade, são realizados cerca de 10 mil exames por mês, número esse que cresce todos os anos.

Quer saber como são feitos os exames de paternidade? Então confira esse guia completo que separamos para você!

O que são os exames de paternidade?

Os exames de paternidade são exames que coletam o DNA do pai, para dar um resultado preciso da paternidade do bebê. Seu resultado é realizado a partir de análises no código genético do indivíduo e, este material é totalmente confiável por casa pessoa possuir um tipo de DNA diferente.
Geralmente, os laboratórios costumam analisar algumas regiões hipervariáveis de cada indivíduo, utilizando uma tecnologia desenvolvida nos estudos em biologia.
Quando os resultados são calculados, eles são baseados em dados estatísticos, levando em conta a frequência dos alelos que são obtidos a partir do material genético da mãe ou do pai do bebê. Este exame pode ser realizado em pessoas de todas as idades e, dessa forma, terá resultados eficazes.
O material que é utilizado para o resultado totalmente eficaz é o sangue periférico.

Como são feitos os exames de paternidade?

Como vimos acima, esse é um dos exames mais populares do Brasil, mas muitas pessoas ainda não sabem como ele realmente funciona, e qual a ciência por trás dessa tecnologia que revolucionou a ciência na década de 80.

Para que você entenda de uma forma simplificada, os exames de paternidade funcionam como um leitor de código de barras, o qual todos nós trazemos em nosso próprio DNA, e passamos para os nossos filhos.

Para que os cientistas possam ter acesso a esse código de barras, a criança, a mãe e os possíveis pais devem fornecer o material genético necessários para a realização do teste. Essa amostra pode ser de sangue ou com um material extraído por cotonetes na parte interna da bochecha.

Existem duas técnicas possíveis hoje para a realização desse exame: A manual e a automatizada.

• Manual
As amostras dos materiais irão ser dispostos em uma bandeja com um gel específico, assim, vai se criar uma corrente elétrica e os fragmentos do DNA vão se movimentar, de maneira que se fragmentem em pedaços mais ‘’pesados’’. Esses pedaços são os que contém mais estruturas repetidas, o que vai permitir uma análise do geneticista, que é o responsável por comparar um código com o outro.

• Automatizado

No exame automatizado, o processo é basicamente o mesmo, mas tudo acontece com sequenciadores elétricos, que já apresentam no painel o resultado do teste, sem precisar de uma análise do geneticista

É possível realizar o exame se o pai for ausente ou estiver falecido?

Como podemos ver, o teste de paternidade é um exame simples e que traz resultados muito seguros da real paternidade, através dos dados coletados de cada um. Só é necessário apenas a amostra coletada do pai e do filho.
A partir destas amostras coletadas, o laboratório responsável por analisar o DNA, irá determinar se existe algum tipo de compatibilidade genética entre os indivíduos e, caso o resultado seja positivo, o pai será atestado como verdadeiro.
Uma das alternativas utilizadas é coletar o material genético de um dos parentes de sangue do suposto pai falecido, geralmente utilizando o DNA do irmão, devido à grande similaridade entre os materiais genéticos.
Nos dias de hoje está cada vez mais fácil realizar um exame de paternidade e provar se realmente o material genético testado é de fato do pai biológico da criança.
Cada vez mais os laboratórios estão realizando este tipo de teste, podendo realizar com a mãe ainda grávida ou com o bebê recém-nascido, devido às suas técnicas não invasivas deste exame de paternidade.

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