Sexagem Fetal

O exame de sexagem fetal está sendo cada vez mais conhecido, apesar de ser considerado novo. Geralmente, os pais costumam ficar muito curiosos e ansiosos para saber o sexo do bebê que está por vir, fazendo com que este exame seja cada vez mais procurado.
Ele acontece através de uma amostra de sangue da mãe, onde é possível revelar se o bebê que vai chegar é menino ou menina.
Neste artigo vamos explicar tudo que você precisa saber sobre o exame de sexagem fetal, para que você possa adotar este método também e sanar todas suas dúvidas!

Como é realizado o exame de sexagem fetal?

Muitos pais têm buscado cada vez mais realizar o exame de sexagem fetal, já que é um momento de muita curiosidade. Além disso, para realizar o exame, não é necessário que o médico que esteja acompanhando o pré-natal realize o pedido.
Basta agendar a coleta do material para realizar o exame em um laboratório e esperar o resultado. Este exame costuma ser realizado a partir da oitava semana de gestação, pois neste período é possível encontrar uma quantidade maior de concentração de DNA do bebê na corrente sanguínea da mãe.

Quando a mulher descobre que está grávida, o DNA do bebê e o seu se misturam, através da passagem do sangue pela placenta. Dessa forma, é possível identificar informações genéticas sobre o bebê, como o sexo, a partir da coleta do sangue da mãe.

A técnica utilizada para realizar o exame é a biologia molecular, onde o material do feto é acessado, através de uma centrifuga da amostra, onde o plasma é separado. Feito isto, é possível identificar e extrair o DNA do bebê, para realizar a PCR.

A PCR é uma técnica onde todas as regiões do DNA que precisam ser descobertas, se multiplicam milhões de vezes. Dessa forma, a quantidade de DNA do bebê, que antes era muito pouca, se transforma em uma quantidade adequada para ser analisada.

O que devo fazer para interpretar o resultado?

Em biologia aprendemos que nós apresentamos 23 pares de cromossomos diferentes e que um deles é responsável por apresentar nosso sexo. Então, este único par de cromossomo responsável por mostrar qual será nosso sexo se apresentará da seguinte maneira:

• Caso o bebê seja uma mulher, o cromossomo será “XX”
• E, caso seja um homem, seu cromossomo será “XY”

Então, dessa forma, o exame de sexagem fetal permite que seja feita a investigação do cromossomo Y na corrente sanguínea da mãe, pois apenas os seres humanos do sexo masculino possuem este cromossomo. Ou seja, se o bebê possuir este cromossomo, significa que ele é um homem. Mas, apesar de ser bem simples identificar o resultado do exame, existe muita dúvida no caso da gestação ser de gêmeos, pois desta forma, a interpretação do resultado se torna um pouco mais difícil de ser realizada. Para os gêmeos idênticos, seguimos a regra da visualização do cromossomo Y como indicativo da presença de dois meninos ou duas meninas na gestação. Mas, no caso de gêmeos não-idênticos, se existir algum menino, apenas um cromossomo será Y. Apesar de existir também o caso de dois bebês gêmeos não-idênticos possuírem o mesmo sexo. Ou seja, ainda sim poderá existir dois cromossomos Y ou a ausência dele.

Segurança do teste de sexagem fetal e seus interferentes

Este teste é considerado com uma segurança de aproximadamente 99%, se realizado após a 8ª semana de gestação. Mas, existem alguns casos que podem servir de interferência, onde aproximadamente 5% dos caso deste resultado da sexagem fetal podem ser considerados inconclusivos. Ou seja, isto pode acabar ocorrendo devido à algumas limitações referentes as técnicas utilizadas ou, até mesmo, algum fator na amostra que interfira no resultado. Então, caso ist

o ocorra, será necessário repetir a coleta para o exame em um intervalo de 15 dias, levando à repetição do teste de sexagem fetal.
Os resultados deste exame são encontrados de acordo com a quantidade de DNA coletado em suas amostras, podendo ser alterado caso esta quantidade não seja suficiente.

Diferença do exame de sexagem fetal e os exames convencionais

Geralmente, o exame convencional mais utilizado para descobrir qual o sexo do bebê é a ultrassonografia. Mas, este exame depende de alguns fatores, como o desenvolvimento completo da região genital do bebê e da posição do feto. Por isso, ele é recomendado a partir da 15ª semana.

Existem outros exames que são recomendados para realizar uma espécie de biópsia do bebê e, por serem considerados muito invasivos, são recomendados apenas em casos de uma grande suspeita de anomalia genética. O exame de sexagem fetal apareceu como uma alternativa de descoberta do sexo do bebê e de outros fatores, de forma não invasiva, respeitando o desenvolvimento do bebê.

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